Teve início ontem o mutirão de julgamento do projeto “Justiça Solidária”, com a previsão de realização de 240 audiências, até o dia 3. O mutirão faz parte de um esforço coletivo de magistrados que está reduzindo o grande volume de processos em andamento na Justiça de primeiro grau, antecipando o fim de processos que geralmente levam anos para serem solucionados.
Desta vez, o projeto “Justiça Solidária” durou apenas três dias e abrangeu somente ações envolvendo Direito de Família. Segundo o juiz Osmar Gomes, titular da 1ª vara respondendo pela 4ª vara, a comarca conta com quatro varas e um Juizado Especial Cível e Criminal, mas o mutirão incluiu somente as ações da 4ª vara, específica da área de família, devido à grande demanda existente, de mais de três mil processos em tramitação.
Equipe - Na condução das 240 audiências de instrução e julgamento realizadas durante os três dias do projeto, Osmar Santos teve como colaboradores os juízes Cândido José Martins de Oliveira (São Mateus); Antônio Agenor Gomes, (Santa Helena); Luiz Carlos Licar Pereira (Turiaçu); Adelvan Nascimento Pereira (Pedreiras), Ana Maria Almeida Vieira e José Nilo Ribeiro Filho, da 2ª vara e do Juizado Especial Cível e Criminal de Bacabal, respectivamente. Cinco promotores atuaram pelo Ministério Público Estadual.
Osmar Santos informa ainda que recebeu do Tribunal, através da Corregedoria-Geral da Justiça, o apoio necessário à realização das >atividades do projeto, que já está em sua sétima edição. O corregedor-geral Stélio Muniz vai fazer uma visita à comarca de Bacabal >amanhã, oportunidade em que será informado dos resultados do projeto e conversará com os juízes da comarca sobre diversos assuntos relativos ao funcionamento da Justiça.