Jornal Pequeno - 57 anos
São Luís,
Direito 2 - Notícias de Direito a cada 1 hora

Cidade
Toque Ligeiro
Superintendente do BNB inicia estratégia de trabalho no MA
Secretaria de Saúde faz avaliação do programa de controle da raiva
Secretaria de Educação despacha equipamentos para escolas indígenas
SÃO LUÍS SHOPPING - Falha na segurança obriga o uso de correntes e cadeados nas lojas
Prefeitura realiza palestras sobre trânsito
Inscrições para o prêmio Confea de Jornalismo encerram dia 30
Estudantes denunciam professora do Uniceuma por perseguição
Dono de bar diz ter sido espancado por PMs
DIA DO CONSUMIDOR - Procon fiscaliza e leva informações às ruas
Home » Edições » 2005 » Março » Edição 21,470 » Cidade

Estudantes denunciam professora do Uniceuma por perseguição

Diminuir corpo de texto Aumentar corpo de texto

Data de Publicação: 16 de março de 2005
Envie para: Envie para o Del.icio.us  Envie para o Digg  Envie para o Reddit  Envie para o Simpy  Envie para o Yahoo My Web  Envie para o Furl  Envie para o Blinklist  Envie para o Technorati  Envie para o Google Bookmarks  Envie para o Stumble Upon  Envie para o Feed me links  Envie para o Ma.gnolia  Envie para o Newsvine  Envie para o Squidoo  

Por Wellington Rabello

Alguns estudantes que cursavam o 8° período do Curso de Direito do Uniceuma, Campus II, compareceram ao Jornal Pequeno para denunciar que teriam sofrido perseguição por parte da professora Adriana Mendonça, coordenadora do Estágio Simulado, o que fez com que eles pedissem transferência para a Faculdade São Luís.

De acordo com Eduardo Pinto, líder da turma do 8° período do Uniceuma, a reclamação dos estudantes se dá principalmente porque entendem que a universidade particular deveria desempenhar papel muito mais comprometido, devido à ausência do poder público. Eduardo disse que a revolta também acontece porque acreditam que a criação do Estágio Simulado se deu somente com o objetivo de reprovar os alunos.

O líder da turma informou que a prova final do estágio seria uma Alegação Final de Defesa, mas que devido à orientação da professora Adriana Mendonça, o professor do estágio, Francisco Reis, teria mudado para uma Sentença Penal Condenatória, apesar de não ter dado nenhuma aula sobre tal conteúdo. Mesmo assim, como declarou Eduardo Pinto, a maioria da turma conseguiu nota suficiente para sua aprovação.

Nota alterada – Eduardo Pinto afirmou que a reprovação de cerca de 80% dos alunos se deu quando saiu uma nota no Colunaço do Peta, no JP, sobre o envolvimento da professora com universitários, o que fez com que ela recorrigisse todas as provas e alterasse as notas. Esse fato fez com que os estudantes pedissem ao Uniceuma o afastamento dela da coordenação do estágio, o que não foi aceito pela pró-reitoria, sob a alegação de que não poderia demiti-la.

Insatisfeitos com a atitude da professora e com a falta de diálogo por parte da instituição de ensino, cerca de 40 universitários resolveram se transferir do Uniceuma para a Faculdade São Luís, depois de quatro anos de estudo, já perto da conclusão do curso. Eles começaram a estudar na quarta-feira (09) na nova universidade.

Sem influência – Ouvido pela reportagem do JP o pró-reitor do Uniceuma, Jorge Creso, disse que a professora Adriana Mendonça não dava aula para a turma do 8° período do Curso de Direito, no semestre passado, e sim o professor Francisco Reis, afirmando que ela não tinha nenhuma influência na disciplina Direito Penal.

O pró-reitor informou que alguns alunos lhe procuraram, mas que teria avisado que se os mesmos quisessem a revisão de suas provas que entrassem com recurso a fim de se submeter, conforme o regimento da instituição, a uma bancada de três professores. Ele declarou que cerca de seis ou sete estudantes fizeram isso, sendo comprovado que os mesmos não tinham condições de serem aprovados.

A respeito das reclamações sobre a conduta da professora Adriana Mendonça, Jorge Creso afirmou que os alunos deveriam ter feito a denúncia ao Conselho de Ética da instituição, mas que ninguém denunciou. Creso também disse que o estágio não foi criado com a finalidade de reprovar, mas sim nasceu por meio de uma lei federal e que o tema da prova final não é específico, sendo que, dentro de um universo de assuntos o professor pode escolher qualquer um e o aluno deve estar preparado.

Jorge Creso informou que não tomou conhecimento de que a professora Adriana Mendonça mantinha um relacionamento com alunos da universidade e sim que ela é casada com um universitário de lá.

Recomende esta página Imprimir esta Matéria

Links Patrocinados
 
Jornal Pequeno - O Órgão das Multidões
Copyright 2002 - 2008 Jornal Pequeno. Todos os direitos reservados
Rua Afonso Pena, 171, Centro - São Luís - MA
(98) 3232-7642 Geral - redacao@jornalpequeno.com.br