Jornal Pequeno - 57 anos
São Luís,
Direito 2 - Notícias de Direito a cada 1 hora

Política
Veto é mantido com uma votação apertada
Vara de proteção à criança e ao adolescente será votada no TJ
Projeto de combate à pobreza - Omissão de senadores do MA faz Zé Reinaldo apelar a Capiberibe
PMDB aceita trocar Comunicações por ministério mais influente
Pedro Fernandes pede apoio do BNDS ao Pólo Gesseiro de Grajaú
MINISTÉRIO LULA - Domingos Dutra diz que Sarney está ‘esmolando’ uma vaga para Roseana
Governador do PI dá aval para Lula nomear Ciro Nogueira na Integração
Evangelista aumenta salário de servidores da Creche Sementinha
César Pires defende Sarney em discurso na AL
Câmara Federal permite que delegados e auditores ganhem mais que governadores

Câmara Federal permite que delegados e auditores ganhem mais que governadores

Diminuir corpo de texto Aumentar corpo de texto

Data de Publicação: 16 de março de 2005
Envie para: Envie para o Del.icio.us  Envie para o Digg  Envie para o Reddit  Envie para o Simpy  Envie para o Yahoo My Web  Envie para o Furl  Envie para o Blinklist  Envie para o Technorati  Envie para o Google Bookmarks  Envie para o Stumble Upon  Envie para o Feed me links  Envie para o Ma.gnolia  Envie para o Newsvine  Envie para o Squidoo  

O primeiro destaque da PEC (Proposta de Emenda Constitucional) paralela da reforma da Previdência, aprovado na noite desta terça-feira à revelia dos interesses do governo, permitirá que delegados de polícia e agentes fiscais tributários ganhem mais do que o governador do estado em que trabalham.

A Câmara definiu, ainda em primeiro turno, que essas carreiras terão os rendimentos limitados a 90,25% do teto dos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) que ainda será definido. Antes, delegados e agentes fiscais tinham o salário limitado ao rendimento dos governadores, cujos vencimentos são definidos pelas Assembléias Legislativas e limitados ao teto do Supremo.

Portanto, se em determinado Estado a Assembléia definir que o salário do governador será de R$ 15 mil, os delegados poderão pressionar o Executivo estadual para garantir, por exemplo, um vencimento de R$ 17 mil. Caberá, nesse caso, ao governador suportar as pressões dessas carreiras por um aumento salarial.

Deputados governistas argumentaram que outras carreiras subordinadas aos delegados poderão acompanhar o movimento dos delegados e também pressionar o Executivo por reajustes salariais. O líder do governo na Câmara, Professor Luizinho (PT - SP), disse esperar que, no segundo turno, os governadores pressionem suas bancadas para derrubar a vinculação. “As pessoas não estão agindo com um pingo de análise, de sensibilidade. Isso causa um problema gravíssimo para os estados”, afirmou.

Na tribuna, o líder governista pediu voto contrário ao destaque, mas nenhum partido, nem mesmo o PT, seguiu a determinação. Os deputados petistas estavam liberados para votar como quisessem. O mesmo fizeram os líderes do PL e PSDB. Os demais — PDT, PP, PC do B, PV, Prona, PSB, PTB, PFL e PMDB — indicaram a votação favorável. Com isso, o placar da votação apontou uma derrota do governo por 399 votos a 13, com 11 abstenções.

Recomende esta página Imprimir esta Matéria

Links Patrocinados
 
Jornal Pequeno - O Órgão das Multidões
Copyright 2002 - 2008 Jornal Pequeno. Todos os direitos reservados
Rua Afonso Pena, 171, Centro - São Luís - MA
(98) 3232-7642 Geral - redacao@jornalpequeno.com.br